quinta-feira, 26 de outubro de 2017

LANÇAMENTO: LIVRO DIREITO DESPORTIVO

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Muito tempo sem portar no blog!!!!

Retomo as atividades para convidar toda a comunidade jurídica para o lançamento do livro DIREITO DESPORTIVO EXCLUSIVO: Perspectivas Contemporâneas que ocorrerá no próximo dia 09/11/2017 em Belo Horizonte/MG.

Abaixo segue de aperitivo texto de apresentação que comporá o livro.









DIREITO DESPORTIVO EXCLUSIVO: O NASCIMENTO

Nunca antes na história houve tantas mudanças na rotina da humanidade como nos últimos 20 anos. Essas mudanças se deram, sobretudo, graças à internet que propicia um meio de comunicação ágil, rápido e eficaz.

Graças à internet, os jornais e revistas escritas, as rádios, as TVS tiveram que se reinventar. Os telefones, então, praticamente não são usados mais para falar.

O “whatsapp” veio com a força toda e se tornou uma febre: grupos de trabalho, de amigos, de escola, de faculdade, muitos deles proibidos para menores de 18 anos.

E este livro nasceu de um Grupo de “whatsapp” que dá nome ao trabalho: Direito Desportivo Exclusivo.

Ora, depois de vários grupos com postagens de política, religião, resolve-se criar um grupo exclusivo para o Direito Desportivo, daí, o nome.

Criado por Gustavo Souza que divide sua moderação com Desirée Emmanuelle, o grupo rapidamente atingiu a marca limite de 256 participantes e sempre há mais pedidos para o ingresso em um universo tão restrito. Invariavelmente os moderadores promovem um censo para a retirada daqueles que não interagem, de modo a oxigenar e trazer novos debates (acalorados ou não) para o grupo, e também dali surgem reuniões que buscam, entre os membros, a solução para os muitos problemas que o Desporto se esbarra atualmente.  

Justamente dessa interação e dos debates trazidos, nasceu o livro, tendo em vista que a capacitação dos participantes e a qualidade dos temas debatidos não poderiam se restringir a um grupo de “whatsapp”.

Ideia lançada, muitos membros aderiram, escreveram e agora, graças ao excelente trabalho dos nossos autores, de nossos organizadores e da confiança do Plácido nosso grupo – Direito Desportivo Exclusivo - virou um livro.

Sem arriscar citar os mais de 30 autores, vale a pena destacar a heterogeneidade de idades, origens, temas e ramos de atuação que abrilhantaram muito a obra.

Como cerejas do bolo:  prefácio do Professor Luiz Wambier; a contracapa da amiga e Diretora da Rádio Itatiaia (a maior de Minas, quiçá, do país) Úrsula Nogueira;  apresentação do jornalista e advogado Chico Maia; e posfácio do Ministro Caputo Bastos.

Então, diretamente do “whatsapp” para a prateleira de vocês segue o “Direito Desportivo Exclusivo: Questões Contemporâneas”.

Boa leitura!!!

Desirée Emmanuelle G. dos Santos & Gustavo Lopes Pires de Souza 


“O correr da vida embrulha tudo.
A vida é assim: esquenta e esfria,
aperta e daí afrouxa,
sossega e depois desinquieta.
O que ela quer da gente é coragem”

Guimarães Rosa

quinta-feira, 27 de julho de 2017

O magistral Waldir Peres

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O magistral Waldir Peres
José Renato Santiago


Nascido em 2 de janeiro de 1951, na cidade paulista de Garça, distante pouco mais de 400 km da capital, Waldir Peres de Arruda começou no futebol em equipes amadoras próximas a sua casa. Durante um competição intermunicipal, chamou a atenção de dirigentes da Ponte Preta de Campinas, que o contrataram ainda como juvenil.
Muito seguro e com fama de milagreiro, ao longo de quase três anos se tornou grande destaque da Macaca, o que atraiu interesse do tricolor paulista, o São Paulo, inicialmente, para ser reserva de Sérgio Valentim. Mal sabia, que não demoraria para se tornar titular da equipe, pouco depois de fazer sua estreia, em 3 de novembro de 1973, em um empate sem gols frente ao Coritiba em partida válida pelo campeonato brasileiro.
Suas grandes atuações o levaram para a sua primeira Copa do Mundo, em 1974 na Alemanha, ainda como reserva do goleiro Leão. Com fama de catimbeiro, Waldir também era conhecido por desestabilizar os atacantes adversários. Foi assim na final do campeonato paulista de 1975, em 17 de agosto daquele ano, quando defendeu duas penalidades batidas por jogadores da Portuguesa, contribuindo de forma decisiva ao título tricolor. Sua estreia na seleção brasileira, aconteceria naquele mesmo ano, em 4 de outubro, na vitória por 2 a 0 frente ao Peru, em partida válida pelas semifinais da Copa América.
Com a chegada do piauiense Toinho, chegou a revezar a titularidade do gol são paulino durante algum tempo, mas logo voltaria a ser absoluto. Em 5 de março de 1978, mais um grande momento. Não chegou a defender nenhuma das cobranças da disputa de pênaltis na partida final do campeonato brasileiro de 1977 no estádio do Mineirão, mas com muita malandragem, com direito a ‘aperto nas nadegas’ dos jogadores atleticanos e cusparada na bola, foi decisivo para que três deles errassem o alvo, na vitória por 3 a 2 da equipe paulista. É, até hoje, considerado um dos herois da conquista do primeiro título brasileiro do São Paulo.
Presente, ainda como reserva, em sua segunda Copa do Mundo, em 1978 na Argentina, Waldir viveu seu grande momento no começo dos anos 1980. Bicampeão paulista em 1980 e 1981 e vice-campeão brasileiro em 1981, passou a ser titular da seleção brasileira comandada pelo técnico Tele Santana, nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 1982, na Espanha. Em maio de 1981, durante a vitoriosa excursão brasileira pela Europa, três vitórias, diante Inglaterra, França e Alemanha Ocidental, assombrou o mundo ao defender por duas vezes pênaltis batidos pelo alemão Paul Breitner, que até então jamais tinha desperdiçado uma cobrança de penalidade ao longo de toda a sua carreira, no triunfo brasileiro por 2 a 1 em Stuttgart. Sua titularidade na Copa de 1982 foi justíssima, em que pese o fato de não ter tido boas atuações durante a competição, sobretudo na vitória por 2 a 1 frente a União Soviética em 14 de junho, quando sofreu o chamado ‘frango’ depois do chute de longe do atacante Bal. Vestiu a camisa canarinho em 30 oportunidades em jogos oficiais, com apenas uma derrota, justamente na partida que eliminou a seleção da Copa do Mundo de 1982, em 5 de julho, na derrota por 3 a 2 para a Itália.
Deixou o Morumbi em 1984, após 615 partidas oficiais, o que faz dele o segundo jogador a mais vezes defender a camisa tricolor, atrás apenas de Rogério Ceni. Ainda atuou no América do Rio de Janeiro, Guarani, Corinthians, Portuguesa, Santa Cruz e Ponte Preta, onde encerrou a carreira em 1989. Após abandonar os gramados, atuou como técnico até 2013.
Waldir Peres saltou para o andar de cima neste último domingo, dia 23 de julho, após sofre um infarto fulminante.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

10 MÚSICAS ANTI DEPRESSÃO

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10 MÚSICAS ANTI DEPRESSÃO


Sabe aquele dia que você acorda desanimadão e precisa de uma turbinada?

Pois é... Tem algumas músicas que são energéticas e até mesmo “fluoxetizantes”...

Vamos lá:

1.       Não Enche – Caetano Veloso

2.       Infinita Highway – Engenheiros

3.       Vou Deixar – Skank

4.       Camarote – Wesley Safadão

5.       Cohab City – Negritude Jr

6.       Eu queria ter uma bomba – Cazuza

7.       Vou festejar – Beth Carvalho

8.       Deixa a vida me levar – Zeca Pagodinho

9.       A festa – Ivete Sangalo

10.   É hoje – Fernanda Abreu

Ouviu?? Desânimo se foi??


Agora faça a sua lista!!! 

sexta-feira, 28 de abril de 2017

GREVE GERAL E OS CRIMES COMETIDOS

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Hoje o Brasil amanheceu sob a dúvida se seria possível tocar o seu dia de forma regular, eis que há um movimento sindical grevista que não bastasse emendar o feriado ainda pretende impedir trabalhadores de trabalhar e pessoas de circular.

A teve mostra "barricadas" em ruas, avenidas, empresas, etc...

Destarte, tal conduta é crime previsto no Código Penal Brasileiro, vejamos:

Art. 146 - Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, ou depois de lhe haver reduzido, por qualquer outro meio, a capacidade de resistência, a não fazer o que a lei permite, ou a fazer o que ela não manda:
  Pena - detenção, de três meses a um ano, ou multa.

Art. 197 - Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça:
        I - a exercer ou não exercer arte, ofício, profissão ou indústria, ou a trabalhar ou não trabalhar durante certo período ou em determinados dias:
        Pena - detenção, de um mês a um ano, e multa, além da pena correspondente à violência;
        II - a abrir ou fechar o seu estabelecimento de trabalho, ou a participar de parede ou paralisação de atividade econômica:
        Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa, além da pena correspondente à violência.

Art. 198 - Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a celebrar contrato de trabalho, ou a não fornecer a outrem ou não adquirir de outrem matéria-prima ou produto industrial ou agrícola:
        Pena - detenção, de um mês a um ano, e multa, além da pena correspondente à violência.

Art. 200 - Participar de suspensão ou abandono coletivo de trabalho, praticando violência contra pessoa ou contra coisa:
        Pena - detenção, de um mês a um ano, e multa, além da pena correspondente à violência.
        Parágrafo único - Para que se considere coletivo o abandono de trabalho é indispensável o concurso de, pelo menos, três     empregados.

Art. 201 - Participar de suspensão ou abandono coletivo de trabalho, provocando a interrupção de obra pública ou serviço de interesse coletivo:
        Pena - detenção, de seis meses a dois anos, e multa.
 

Portanto, a quem comete os atos supra, o peso da Lei. As polícias devem repreende-los de forma efetiva e prendê-los em flagrante.

Caso contrário, nós, que queremos trabalhar e produzir pelo Brasil, continuaremos com nossos direitos violados.






segunda-feira, 13 de março de 2017

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Justiça do Rio determina torcida única

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Mais uma decisão no frescor do ar condicionado tira dos estádios a maior razão de existir do futebol: o torcedor.


O fenômeno da violência é muito mais complexo e vai muito mais além da rivalidade das torcidas.


A violência (não só do futebol) é muito mais fruto de relaxamentos de prisão benevolentes, da morosidade na punição, no sentimento de impunidade e omissão do Poder Público.


Essa brincadeira do "raiz" e "nutella" diz muito mais do que parece. Ela demonstra uma sociedade que preza muito mais pelo parecer do que pelo ser.


Não importa se a violência persistir, o que importa é parecer que algo foi feito.


A sociedade cansou-se disso. No futebol dito raiz o torcidas de Flamengo, Fluminense, Botafogo, Vasco, Cruzeiro, Atlético, América, Inter, Grêmio, São Paulo, Santos, Corinthians, Palmeiras, Vitória e Bahia dividiam as arquibancadas e a polícia era respeitada.


No futebol dito nutella, todos estão certos e aquelas torcidas que embelezam o futebol e são sua razão de existir são sempre culpadas.


E assim seguimos, tapando o Sol com a peneira, jogando a poeira debaixo do tapete e tirando o sofá da sala.


Fiquem tranquilos Fferj e "grandes" clubes cariocas, o tempo, senhor de tudo, mostrará o acerto de vocês.


Peço que não desistam, o futebol precisa vencer!!!


Deuses do futebol!!


Rogai por nós!!!

domingo, 25 de dezembro de 2016

Dicas de Vancouver

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Vancouver é uma grata surpresa.

Seguem dicas;

- Há metrô do aeroporto ao centro. Custa aprox 4 dolares canadenses.

- Dois dias inteiros são suficientes.

- Hospede-se nas imediações da Robsons street.

- Visite o Aquário e o Stanley Park.

- Percorra a Robsons Street a pé.

- Almoce no Spaghetti Factory no Gastown.

- Whistler é imperdível. Lá vá ao CocaCola  Tube.


quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

2016 - O ano que que não vai terminar.

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2016 - O ano que que não vai terminar.


UAU!

Se 2015 foi daqueles anos terríveis, 2016 foi daqueles de arrepiar pelo inusitado.
Meldels!!! Que ano!!!

A tensão permeou o ano desde o seu primeiro dia. Crise econômica, queda da bolsa, disparada do dólar, desgoverno, corrupção.
Fomos às ruas. Aprendemos que democracia não se resume ao direito de votar e ser votado. Derrubamos um governo corrupto.
Novo governo. Nova Esperança. Velhos erros permanecem.
Reformas necessárias e impopulares precisam ser feitas.

Lava Jato promove uma ação sem precedentes de caça aos corruptos. Amanhecemos com "figurões presos". A limpeza não acabou.

A descrença com a política limpou o Partido dos Trabalhadores do mapa durante as eleições Municipais e elegeu outsiders. Kalil em BH, Dória em SP.
Algo mudará. Pouco. Falta Muito. Falta mais que muito.
Só conseguimos construir um grande país com educação.
Jogos Olímpicos no Rio. O conto de fadas do ano. Inesquecíveis. Ouro no futebol!!! Acertei as contas com aquele garotinho de 8 anos que chorou em 1988. Chorei em 2016. Pouco importa se o Ouro Olímpico no futebol vale pouco e se as outras seleções não eram as principais. SONHO É SONHO.
Chapecoense. Como foi duro acordar. Como foi duro acreditar. Como foi duro seguir.
Atlético Nacional. Você é grande e nunca sairá de nossos corações.
Povo Colombiano. Vcs são um pouquinho de Brasil e nós, um pouquinho de Colômbia.
Vítimas... Parentes... Que a luz da eternidade e do conforto esteja com vocês. Sofremos juntos. Choramos juntos.
Meu Galo. Mais um ano no topo. Mais um ano lutando. Faltou um título. Mas, eu te amo mesmo assim. Aliás, sempre te amarei.
Ano de muito trabalho. Viagens diversas. Proferir Palestra em Roma (nem nos meus melhores sonhos imaginava acontecer).
Dois novos Países... Colômbia e Canadá.
Alunos. Tio Gu ama vocês.
Ufa!!!!
Mas, o ano insiste em não acabar... e não acabará... marcas de 2016 estarão para sempre em nossos corações, como cicatrizes que não fecham...
Que 2017 seja o ano de Começos, de Recomeços. De alegria vencendo a tristeza. Da saúde vencendo a cólera. Da paz vencendo a guerra. Da fé sendo utilizada para o bem. Da esperança e do amor vencendo o medo.
E que o GALO não morra na praia!!!!!
QUE VENHA 2017!!!!!

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

CHAPECOENSE CAMPEÃ? O QUE DIZ O REGULAMENTO

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CHAPECOENSE CAMPEÃ?
O QUE DIZ O REGULAMENTO

Após o trágico acidente sofrido pela equipe da Chapecoense, o Clube Atlético Nacional encaminhou pedido à Conmebol para que a equipe brasileira seja declarada campeã.

Muito se tem debatido sobre essa possibilidade.

O Regulamento da Copa Sulamericana prevê em sua cláusula XIX, segunda, que o Comitê Executivo da Conmebol pode a qualquer tempo modificar o regulamento.

XIX. Disposiciones Finales

Segunda. El Comité Ejecutivo o el Comité Ejecutivo de Urgencia podrán en cualquier momento modificar total o parcialmente el presente Reglamento.

Além disso, o artigo 26.1 do regulamento estabelece que a Conmebol decidirá de forma inapelável qualquer dúvida  acerca da aplicação do regulamento.


Portanto, em se tratando de fato extraordinário, especialmente com a aquiescência do Nacional, a Conmebol pode sim declarar a Chapecoense campeã da Copa Sulamericana de 2016.


quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Ainda dá pra acreditar?

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Ainda dá pra acreditar?

Dia de ansiedade para mais um jogo do Galo. Mais um jogo no Mineirão.

Sensação diferente, já que aquela sensação de "jogar pra perder" presente desde 1987 e que foi a tônica de eliminações para Flamengo, Corinthians, Goiás, Criciúma, Botafogo, dentre outros, não existia mais.

O Galo nos ensinou a jogar pra vencer.

Apesar do Time parecer não ter alma e de jogar sem estrutura técnica e sem vencer há 4 jogos, o passado recente dava a confiança.

Veio o jogo... A torcida fez sua parte, mas o time foi apático... Levou dois gols (poderiam ser mais) .

O adversário teve um expulso, fizemos um gol. Quando tudo parecia conspirar para um empate, o terceiro gol veio como uma flecha no coração.

A torcida, que no intervalo começava a lembrar os anos 90 com bate boca e desânimo, voltou definitivamente no tempo, levantou-se e foi embora.

Para o sonhado título vir precisamos fazer 2 para penaltes ou 3 para levarmos no tempo normal.

Olhamos para o passado recente e vemos o Tijuana, as viradas de 2 a 0, os dois 4 a 1 de 2014...

Em comum em todos estes feitos foi decidir em casa.

Nunca vencemos uma adversidade fora.

Temos ainda, eliminações em jogos possíveis contra Inter, Atlético Nacional e São Paulo pela Libertadores.

Além de tudo isso, nosso time não tem alma... A atmosfera é de desconfiança e os gritos de #Eu Acredito não tem convicção.

Uma virada contra o Grêmio em Porto Alegre parece improvável.

Mas, o coração atleticano que já acreditou em viradas até contra o Brasiliense após uma sonora goleada em Brasília, a cada segundo que passa começa a se aquecer e a acreditar um pouquinho mais.

Depois que o Victor pegou aquela bola contra o Tijuana, aprendemos que nada é impossível. Aprendemos que enquanto houver uma fagulha, haverá Galo.

Tudo pra gente é sofrido. Nada é fácil. E agora não seria diferente.

Para fazer a noite virar dia precisamos da alma.... Alma que nosso menino Maluquinho Luan pode passar para o time.

Alma que aquele time da Libertadores tinha de sobra....

Vou esbravejar, vou acreditar e desacreditar mtas vezes, mas, quando a bola rolar quarta que vem, torcerei contra o vento e serei Galo até morrer!!!

 

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