quarta-feira, 25 de março de 2020

RESUMO DO DISCURSO DO PRESIDENTE

RESUMO DO DISCURSO BOLSONARO



1. Pessoas que não são grupos de risco devem voltar ao trabalho para o país não falir.
2. Mas, quem é grupo de risco (pessoas acima de 60 anos, gestantes, com baixa imunidade, pressão alta, diabéticos, com câncer, etc), deve permanecer em isolamento.

MÁ INTERPRETAÇÃO QUE EU NOTEI ENTRE AS PESSOAS:

1. Algumas pessoas acharam que ele disse pra todo mundo voltar, o que não é verdade.
2. Algumas pessoas não entenderam a referência sobre a gripe, pois não acompanham o Twitter, nem a pessoa que Bolsonaro citou que falou a mesma coisa, que no caso é o Drauzio Varella. Enfim, é algo que não acrescenta nada ao discurso.

OU SEJA
- saudáveis trabalhando.
- grupos de risco isolados.

POR QUÊ?
- senão o país vai quebrar.
- alguns governadores já estão fechando suas cidades e não estão nem deixando entrar comida.
- alguns outros governadores mandaram saquear distribuidoras de remédios.
- o caos vai se instalar com o pânico e histeria.

Faça a sua parte, mantenha os amigos bem informados.



quinta-feira, 19 de março de 2020

INFORME

Venho tornar público que, desde a manhã da última terça-feira, não componho os quadros diretivos do Clube Topázio.
Em resumo, trata-se de decisão tomada em razão da indisponibilidade de tempo e necessidade de dedicação maior à família.
Agradeço a todos funcionários e sócios pelo carinho e pelo aprendizado.
Desejo sucesso à nova Diretoria.

terça-feira, 10 de março de 2020

Carta aos Topazianos

CARTA AOS TOPAZIANOS

Assumi funções diretivas no Clube Topázio a convite do Sr. Rômulo Luiz Rangel há alguns anos.

Prezei em todo e sempre pelo melhor interesse e pela estabilidade da instituição.

No momento de maior crise do Clube atuei de maneira imparcial e fiel à minha consciência e às minhas funções estatutárias.

No próximo domingo, às 10 horas, será realizada Reunião do Conselho Deliberativo para eleição dos novos Diretores Presidente e Financeiro.

Estranhamente, sequer fui informado da referida reunião e o Sr. Presidente em exercício negou-me o direito de acesso à convocação.

Aparentemente, a reunião não ganhou a publicidade que tanto tenho buscado.

Tal fato não me deixa saída que não a renúncia que ainda não foi consolidada a pedido do próprio Presidente interino e de outro membro do Conselho.

Estou a analisar.

De toda sorte, sócio-proprietário do Clube Topázio, o Poder maior do Clube Topázio pertence à vocês.

Façam-se presentes nessa reunião, vocês não possuem direito a voto, mas possuem voz.

Façam-se ser ouvidos. Indiquem o Diretor-Presidente e o Diretor Financeiro.

Fiscalizem a atuação dos Conselheiros e dos Diretores.

Exerçam seu direito estatutário de convocação de Assembleia Geral com a assinatura de 1/5 dos Sócios-Proprietários.

Caso estejam insatisfeitos com as decisões, exerçam seu direito estatutário de dissolução do Conselho Deliberativo e da Diretoria.

Deixem de serem levados pelas decisões e tomem as rédeas do Clube, antes que seja tarde demais.

Gustavo Lopes Pires de Souza.

terça-feira, 3 de março de 2020

Pré-lançamento Livro – “O Mito do Clube Empresa”.


Pré-lançamento
Livro – “O Mito do Clube Empresa”.
Autor – Luciano Motta



O livro trata basicamente de analisar a transição entre um desporto-paixão e o desporto-negócio como um fenômeno. Nesse interregno, surgiu a ideia, defendida quase que de forma unânime, que o clube-empresa seria a resposta ideal para se superar essa mudança.
Essa compreensão foi alavancada pela crise econômico-financeira que os principais clubes vivenciavam, chegando-se à conclusão de que não só os dirigentes bem como o modelo associativo seriam os principais responsáveis pela derrocada do antigo sistema. Dessa forma, uma nova ordem imporia uma nova formatação jurídica.
Esse é o pano de fundo do livro. Os primeiros capítulos dedicam-se a responder perguntas, tais como: Futebol é negócio? Há crise no desporto de alto rendimento? Se sim, as dívidas e/ou má gestões seriam causas ou seriam consequências? Qual a natureza de um clube desportivo? Partindo-se do princípio da especificidade que pode ser considerado um dos principais pilares para a análise de qualquer tema desportivo, a primeira parcela do livro dedica-se a esse ponto.
Outro aspecto que se trabalha é a correta conceituação de clube-empresa e as suas diversas possibilidades. Equivocadamente, banalizou-se a sua utilização, sendo admitido como termo de fácil compreensão e empregado em qualquer situação que envolva clube e empresa. Assim, inova-se ao classificar esse tema de forma didática, exemplificando com casos concretos, para evitar ou minimizar a sua má utilização.
Em um segundo momento, e esse é um capítulo basilar, trabalha-se de forma problematizadora e crítica os três principais argumentos de sustentação do clube-empresa como tipologia ideal, quais sejam: (I) que o modelo atual é incompatível com as associações; (II) que clube visa lucro, portanto, a melhor forma seria a societária; (III) e, que foi um modelo exitoso na Europa.
Parte-se da análise de modernos e atuais conceitos de alguns dos elementos que compõe às definições dos termos "associação" e "sociedade empresarial" ("empresa") na construção dos argumentos e, explora-se de forma pormenorizada, o desenvolvimento do clube-empresa em 21 países, desde sua origem até os dias atuais. Nesse momento, a obra transforma-se em um verdadeiro livro de história em que se destacam os principais cases de cada país, com seus êxitos e fracassos.
Dedica-se um capítulo inteiramente ao modelo de clube-empresa que se tornou o "queridinho", o carro chefe dessa roupagem jurídica, o de sociedade anônima. Afinal de contas, qual é o melhor modelo para um time de futebol? Sociedade anônima, especialmente de capital aberto, é o modelo ideal? É o mais próspero? Existe um modelo ideal? Essas são algumas perguntas que esse capítulo se propõe a responder.
Na sequência, faz-se um estudo sobre diversos institutos que incentivam à boa gestão. Responsabilidade dos dirigentes e administradores, compliance, gestão corporativa, fair play financeiro, todos esses temas são debatidos de forma clara e prática, também enumerando cases, e sem se preocupar em apresentar uma visão romântica ou utópica.
Por fim, dedica-se um capítulo conclusivo que elenca a síntese do livro por meio de respostas a algumas perguntas e análises de algumas afirmações. Aproveita-se a oportunidade para apresentar algumas possíveis soluções que acredita-se possam contribuir para o desenvolvimento de um desporto sustentável ou no mínimo para o fomento a esse debate.

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

ICMS - Nada a temer

2019 terminou trazendo grande susto ao empresariado com a possível criminalização do não pagamento de ICMS.

Primeiro é importante destacar que a decisão não tem força sobre outros casos que não o espefíco do julgado.

Inclusive, a decisão do Ministro Barroso não visa criminalizar o mero inadimplemento de um empresário que, em virtude de dificuldade financeira optou pelo pagamento dos salários ao pagamento do ICMS.

Tanto é assim que o eminente ministro propôs que seja firmada a seguinte tese jurídica: “O contribuinte que deixa de recolher o ICMS cobrado do adquirente da mercadoria ou serviço incide no tipo penal do artigo 2º, inciso II, da Lei 8.137/1990 desde que aja com intenção de apropriação do valor do tributo a ser apurada a partir das circunstâncias objetivas factuais”.

Observa-se que a intenção de apropriação do valor do tributo, a ser “apurada a partir das circunstâncias objetivas factuais”, dependerá de uma análise do caso concreto e das provas acerca da conduta criminosa.

Disso se infere que o inadimplemento eventual do ICMS resultante da falta de recursos para o pagamento de funcionários, pro labora, fornecedores ou, ainda, para a manutenção das atividades da empresa não pode caracterizar cometimento de crime.

Em conclusão, a grande maioria dos empresários brasileiros não precisam temer essa decisão da Suprema Corte.

@gustavolpsouza

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

130 ANOS DO GOLPE

Hoje "comemora-se" 130 anos do Golpe Militar de Estado que condenou o Brasil à viver na corrupção.

O maior erro da nossa história se chama REPÚBLICA.

Em tempos de banalização do termo "golpe" é importante ir um pouco mais a fundo.

A proclamação foi um golpe de uma minoria escravocrata aliada aos grandes latifundiários, aos militares, a segmentos da Igreja e da maçonaria.

Quando há ilegitimidade na proclamação de qualquer modelo de governo, não se consegue estabelecer autoridade e, dessa forma, não se tem ordem. É exatamente isso que aconteceu na República: removeram o monarca e, no momento seguinte, foi um caos.

Aliás, mais que um golpe, a proclamação da República não contou com a participação popular, o que realça sua ilegitimidade.

Comemorar o dia de hoje é muito mais grave que comemorar o 1º de abril de 1964.

Que um dia tenhamos um restaurador!!!


terça-feira, 5 de novembro de 2019

Mudança na final da Libertadores: E agora?

Não bastasse a mudança da final da Libertadores do ano passado e da sulmericana desse ano, novamente a Conmebol altera o local de uma finalíssima.

Isso desvaloriza muito o produto e desestimulará os torcedores a se planejarem para finais futuras.

Sob o ponto de vista jurídico, o torcedor lesado pode:

A) Acionar a Conmebol (organizadora do evento) por perdas e danos com base no Estatuto do Torcedor.

b) Acionar a CBF (representante do sistema Federativo no Brasil) por perdas e danos com base nas regras federativas, CDC e Estatuto do Torcedor.

C) Caso seja torcedor rubro-negro,  o Flamengo (razão primordial da compra) com base no Estatuto do Torcedor, CDC e Código Civil (teoria da aparencia).


D) Acionar Cias Aereas, hoteis e agencias de viagem para que cancelem ou alterem as reservas sem qualquer multa ou ônus ao consumidor com base na Teoria Geral das Obrigações (Caso Fortuito/Força Maior, Fato do Príncipe e Risco da Atividade Econômica).

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Bar de Direita em BH fecha as portas

E a Direita não aguentooooou!!!

Tomara que tenham honrado a “ideologia” e pagado todos fornecedores, tributos e funcionários.


Se alguém tiver informações, comente!!!


sábado, 12 de outubro de 2019

NOTA OFICIAL - RENÚNCIA IMDD

Não ganho absolutamente um centavo pra estar nos Institutos e levar o DD pelo Brasil!!!

Faço por amor e só por AMOR!!

Eu que sempre fiz de tudo pra jogar confete e abrir portas pra todo mundo...

Vaidade, nesse sentido, não casa comigo nesse sentido...

Precisar deliberar pra analisar se um filiado merece ou não parabenização do Instituto...

Foge completamente do que eu sou... Da minha essência..

Não vou submeter à vaidade das pessoas a escolha de se parabenizar e ovacionar ou não um filiado..

Desejo sorte à nova Presidência...

No mais continuarei aqui mineirinho com as minhas coisinhas...

Bjo no coração de todos...